3.23.2010

Ah meus dias deixados a essa quietude maculada, minha varanda para o tempo que passa.

Loucura dos dias em que tudo enjoa e entontece.

Ah meus dias de solo árido, de inquietação, de feridas a gotejar sentidos...
Mendigam-se sonhos como pão.

3 comments:

Lavínia Matos said...

Lindo poema!
Fico muito feliz por voltares a escrever.

Brain said...

GRANDE VOLTA!

Estavas a fazer falta!

Aquele Abraço.

driftin' said...

E no entanto são esses dias, não obstante a aridez das inquietações geométricas, que tornam possíveis os sonhos e a revolta dos sentidos.

É em dias assim que nos apercebemos da própria essência do orvalho.